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Changelog

O que mudou em cada versão

As notas abaixo são exatamente as publicadas em cada release oficial no GitHub. O histórico completo, incluindo versões anteriores, continua no repositório.

DiguinCode 1.0.4

Versão atual

Novidades da 1.0.4

Esta versão precisa ser instalada manualmente, só desta vez. A chave que assina as atualizações do DiguinCode foi trocada, e o atualizador automático da versão que você tem instalada não reconhece a chave nova. Baixe o instalador abaixo e execute normalmente por cima da instalação atual: suas conexões, credenciais e preferências são preservadas. A partir desta versão o auto-update volta a funcionar sozinho.

Esta atualização traz backup completo e criptografado de tudo que você configurou, deixa o Codex estável em pastas remotas por SSH e corrige a importação de coleções do Cliente de API.

  • Backup completo, portátil e criptografado: agora o backup leva tudo — conexões SSH, S3 e banco, pastas, comandos salvos, o Cliente de API inteiro (coleções, requisições, ambientes), temas, workspaces e preferências. O arquivo é protegido com AES-256-GCM e senha, e as senhas das conexões são restauradas direto no Gerenciador de Credenciais do Windows, nunca passando em texto aberto pela interface. Backups antigos continuam sendo importados normalmente.
  • Codex em pastas remotas por SSH: abrir uma pasta remota e conversar com o agente ficou estável — a sessão sobrevive a reconexões e o contexto certo é mantido entre pasta local e remota.
  • Importação do Cliente de API corrigida: coleções do Postman voltam a importar corretamente, e arrastar e soltar requisições entre pastas funciona como esperado.
  • Recuperação de conexão SSH: quedas de rede passam a se recuperar sozinhas em vez de deixar a sessão travada, e as ferramentas de JSON ficaram mais previsíveis.
  • Terminal e Git mais rápidos: menos trabalho repetido ao navegar por repositórios grandes, com resposta mais ágil no explorador e nas decorações de status.
  • Busca em conexões remotas muito mais rápida: em servidores sem ripgrep e fora de um repositório Git, o app percorria a árvore pasta por pasta e baixava cada arquivo para procurar aqui. Numa conexão com VPN, isso levava minutos. Agora ele usa find e grep, que existem em qualquer servidor Unix, e traz só o resultado — de minutos para segundos, e sem instalar nada no servidor. A varredura antiga continua como último recurso, agora em lotes simultâneos em vez de uma pasta por vez.
  • Digitação no terminal sem atraso: o que você digita aparece na hora, sem a pequena espera que existia antes para agrupar a saída do servidor.
  • Ajustes visuais: botões com aparência consistente e fechamento de abas mais previsível.

Como instalar

Baixe o arquivo .exe terminado em -setup.exe. Os arquivos .sig e latest.json são usados pelo atualizador automático.

Assinatura do Windows

Consulte as notas da versão e docs/RELEASE-PREREQUISITES.md para o estado atual da assinatura Authenticode. A assinatura criptográfica do atualizador Tauri não substitui a assinatura de código do Windows.

Versões anteriores

DiguinCode 1.0.2

Novidades da 1.0.2

Esta atualização acaba com os travamentos do terminal, torna a edição de dados no banco mais segura, corrige o backup que não trazia as senhas de volta e traz oito temas prontos.

  • Terminal não trava mais com muita saída: rodar um log verboso, um tail -f ou um build demorado deixava o app inteiro sem resposta. A saída agora é entregue em lotes, e o terminal continua fluido mesmo com milhares de linhas por segundo.
  • Terminal redimensionável de verdade: os painéis fixos embaixo e à direita ganharam uma alça de arraste, com tamanho mínimo e máximo. O tamanho é lembrado por workspace e se reajusta sozinho ao trocar de monitor ou de resolução, sem cobrir o editor.
  • Backup restaura as senhas dos bancos: importar um backup voltava as conexões, mas deixava as senhas para trás. Agora elas são reassociadas às conexões corretas, e a tela informa quantas credenciais foram realmente aplicadas em vez de dar um sucesso enganoso.
  • Oito temas prontos e um "Me surpreenda": Carbon, Midnight, Aurora, Forest, Ember, Rose, Daylight e Clarity, todos com contraste aprovado para leitura confortável. O botão "Me surpreenda" monta combinações novas a partir de paletas coerentes.
  • Cores personalizadas voltam a salvar: personalizar certas cores — métodos do Cliente de API, números de linha do editor, destaques da busca — falhava com "identificador inválido". Todos os tokens do app são aceitos agora.
  • Query salva não troca mais o banco ativo: abrir uma consulta criada em outro banco mudava a conexão sozinha, com risco de rodar no lugar errado. Agora o app apenas avisa da diferença, e a troca só acontece quando você escolhe.
  • Edição e exclusão de registros com proteção: alterações passam por confirmação com prévia do comando, rodam em transação e são desfeitas se afetarem mais linhas que o esperado.
  • Git mais rápido: menos comandos repetidos por ação e atualizações de tela agrupadas, deixando status, stage e commit mais ágeis em repositórios grandes.
  • Cliente de API: a seleção da resposta e o histórico voltam a ser preservados ao importar coleções.

Como instalar

Baixe só o primeiro arquivo da lista abaixo (o .exe terminado em -setup.exe, com uns 100 MB). Os outros arquivos (.sig, latest.json, "Source code") são técnicos — servem para o app se autoatualizar sozinho e para verificar a assinatura da atualização, não precisam ser baixados por você.

Aviso "arquivo perigoso" não é vírus

O app ainda não tem certificado de assinatura de código pago, então o Windows/navegador pode alertar "arquivo perigoso" ou "não reconhecido" ao baixar/abrir — isso é esperado enquanto o projeto não possui um certificado Authenticode comercial, não significa vírus. Para continuar: no aviso do navegador, escolha "Manter"/"Manter mesmo assim"; se o Windows SmartScreen bloquear ao abrir, clique em "Mais informações" e depois em "Executar assim mesmo".

O aplicativo verifica a assinatura do pacote antes de oferecer a instalação.

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DiguinCode 1.0.1

Novidades da 1.0.1

Esta atualização corrige os principais problemas de usabilidade reportados no terminal, explorador, Codex, banco de dados e Git.

  • Terminal flutuante estável: pode ser movido e redimensionado por toda a janela, permanece vivo ao abrir arquivos ou clicar em outras áreas e respeita os limites visíveis mesmo com muito conteúdo.
  • Exclusão de arquivos previsível: excluir pelo menu não abre o arquivo por acidente; arquivos removidos também são fechados no editor, inclusive quando uma pasta inteira é excluída.
  • Codex no contexto certo: o app restaura a conversa mais recente da pasta local ou remota ativa. Conversas também podem continuar em outro contexto preservando o histórico.
  • Anexos completos no Codex: imagens voltam a mostrar miniaturas e qualquer tipo de arquivo pode ser anexado pelo botão, arrastar e soltar ou Ctrl+V.
  • Transferências sem sobrepor o chat: o indicador compacto ganhou um botão para fechar e reaparece somente quando uma nova transferência é iniciada.
  • Visualizador JSON corrigido: “Abrir no editor” mantém altura útil, tema coerente e não deixa mais o editor SQL branco.
  • Commits Git confiáveis: commits não ficam indefinidamente em carregamento por uma janela invisível de assinatura GPG; a operação tem limite de tempo e retorna uma mensagem acionável quando hooks demoram demais.

Como instalar

Baixe só o primeiro arquivo da lista abaixo (o .exe terminado em -setup.exe, com uns 100 MB). Os outros arquivos (.sig, latest.json, "Source code") são técnicos — servem para o app se autoatualizar sozinho e para verificar a assinatura da atualização, não precisam ser baixados por você.

Aviso "arquivo perigoso" não é vírus

O app ainda não tem certificado de assinatura de código pago, então o Windows/navegador pode alertar "arquivo perigoso" ou "não reconhecido" ao baixar/abrir — isso é esperado enquanto o projeto não possui um certificado Authenticode comercial, não significa vírus. Para continuar: no aviso do navegador, escolha "Manter"/"Manter mesmo assim"; se o Windows SmartScreen bloquear ao abrir, clique em "Mais informações" e depois em "Executar assim mesmo".

O aplicativo verifica a assinatura do pacote antes de oferecer a instalação.

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DiguinCode 1.0.0

Novidades da 1.0.0

Esta é a primeira versão estável do DiguinCode. Ela reúne em um único aplicativo os fluxos de desenvolvimento local e remoto, Git, bancos de dados, Cliente de API e assistência do Codex.

  • Pesquisa profissional em projetos locais e SSH: use Ctrl+Shift+F para buscar texto em todo o workspace, com regex, palavra inteira, filtros, histórico, progresso e cancelamento real. Resultados abrem o arquivo na ocorrência exata, já centralizada e disponível no Find do editor.
  • Quick Open e navegação por símbolos: Ctrl+P encontra arquivos ainda não expandidos no explorador e aceita arquivo:linha:coluna; os atalhos de símbolos complementam a navegação rápida pelo código.
  • Git mais completo e confiável: detecção de repositórios locais e remotos, status no explorador, stage, diff, commits, branches, histórico, blame, stash, sincronização e um fluxo seguro de resolução de conflitos. A integração foi homologada com repositórios descartáveis reais.
  • Perfis de cores profissionais: personalize tema, editor e interface, crie perfis reutilizáveis, importe ou exporte suas configurações e restaure o padrão quando quiser. Pastas e conexões também aceitam qualquer cor em HEX, RGB ou HSL.
  • Terminal SSH mais limpo: a integração interna de workspace passa a iniciar silenciosamente, sem exibir comandos técnicos no terminal ao conectar.
  • Cliente de API e banco de dados preservados: os fluxos de collections, histórico, execução de requisições, exploração e edição de bancos continuam cobertos pela suíte completa de regressão.
  • Editor mais preciso: ocorrências abertas pela pesquisa mantêm seleção, linha e coluna corretas, inclusive quando o arquivo ainda não estava aberto.
  • Interface mais robusta: correções de responsividade, estados densos, atalhos globais e carregamento sob demanda mantêm a experiência rápida mesmo em workspaces grandes.

Como instalar

Baixe só o primeiro arquivo da lista abaixo (o .exe terminado em -setup.exe, com uns 100 MB). Os outros arquivos (.sig, latest.json, "Source code") são técnicos — servem para o app se autoatualizar sozinho e para verificar a assinatura da atualização, não precisam ser baixados por você.

Aviso "arquivo perigoso" não é vírus

O app ainda não tem certificado de assinatura de código pago, então o Windows/navegador pode alertar "arquivo perigoso" ou "não reconhecido" ao baixar/abrir — isso é esperado enquanto o projeto não possui um certificado Authenticode comercial, não significa vírus. Para continuar: no aviso do navegador, escolha "Manter"/"Manter mesmo assim"; se o Windows SmartScreen bloquear ao abrir, clique em "Mais informações" e depois em "Executar assim mesmo".

O aplicativo verifica a assinatura do pacote antes de oferecer a instalação.

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DiguinCode 0.2.0-beta.15

Novidades da 0.2.0-beta.15

  • Corrigido: descartar alteração no Git não atualizava a aba já aberta: ao editar e salvar um arquivo e depois descartar essa alteração pela árvore Git, o arquivo no disco já era revertido corretamente, mas a aba aberta no editor continuava mostrando o texto editado. A aba agora é recarregada do disco automaticamente após um descarte, e o mesmo cuidado foi aplicado a pull, sincronizar, trocar de branch e restaurar stash.
  • Indicadores de alteração na árvore de arquivos: arquivos modificados, adicionados, removidos ou renomeados agora mostram a letra (M/A/D/R) e a cor de status do Git diretamente na árvore do explorador local, sem precisar abrir o painel Git.
  • Árvore do explorador com opção de recolher ao trocar de ferramenta: nova preferência em Configurações para recolher a árvore local automaticamente ao abrir o Cliente de API, em vez de sempre manter as pastas expandidas.
  • Fluxo profissional de resolução de conflitos Git: identificação do tipo de operação (merge, rebase, cherry-pick, revert, stash), edição lado a lado dos arquivos em conflito e proteção contra commits com marcadores de conflito ainda não resolvidos.
  • Novo ícone do aplicativo: ícone e logo atualizados em todo o DiguinCode (janela, atalhos, instalador), com preenchimento maior para ficar no mesmo tamanho dos demais aplicativos na barra de tarefas.

Como instalar

Baixe só o primeiro arquivo da lista abaixo (o .exe terminado em -setup.exe, com uns 100 MB). Os outros arquivos (.sig, latest.json, "Source code") são técnicos — servem para o app se autoatualizar sozinho e para verificar a assinatura da atualização, não precisam ser baixados por você.

Aviso "arquivo perigoso" não é vírus

O app ainda não tem certificado de assinatura de código pago, então o Windows/navegador pode alertar "arquivo perigoso" ou "não reconhecido" ao baixar/abrir — isso é esperado nesta fase beta, não significa vírus. Para continuar: no aviso do navegador, escolha "Manter"/"Manter mesmo assim"; se o Windows SmartScreen bloquear ao abrir, clique em "Mais informações" e depois em "Executar assim mesmo".

O aplicativo verifica a assinatura do pacote antes de oferecer a instalação.

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DiguinCode 0.2.0-beta.11

Novidades da 0.2.0-beta.11

  • Cliente de API completo e nativo: organize Collections, folders, subfolders e requests, envie chamadas HTTP, visualize respostas e mantenha histórico sem sair do DiguinCode.
  • Árvore organizada por níveis: requests aparecem dentro das pastas corretas com recuo progressivo, criação de subpastas e drag-and-drop confiável igual ao painel de Connections.
  • Secrets realmente protegidos: Bearer Token, Basic Auth, API Keys e variáveis secretas ficam no Gerenciador de Credenciais do Windows e são mascarados em histórico, logs, exportações e cURL.
  • Fluxo profissional de requests: autocomplete de variáveis, herança visual de autenticação/headers/variáveis, busca hierárquica, importação e exportação do formato próprio e “Copiar cURL mascarado”.
  • Codex integrado a todo o aplicativo: a IA entende o contexto ativo de banco e Cliente de API, pode inspecionar metadados e requests e mantém credenciais fora do modelo. Alterações feitas pelo Codex aparecem imediatamente na interface.
  • Chat do Codex mais robusto: mensagens extensas, URLs e blocos de código respeitam o painel, com rolagem apropriada e interface bilíngue revisada.
  • Trabalho preservado entre módulos: respostas de API, abas, editores, terminais, S3 e banco permanecem no ponto em que estavam ao alternar entre API Client e Connections.
  • Atualizações automáticas: o DiguinCode verifica silenciosamente novas versões ao iniciar e oferece baixar e instalar quando uma atualização estiver disponível.
  • Edição MySQL/MariaDB corrigida: chaves numéricas não são mais interpretadas como booleanos e células longas podem ser alteradas sem o falso aviso de que a linha mudou no banco.
  • Interface PT/EN consistente: textos novos e principais fluxos foram revisados nos dois idiomas, preservando termos técnicos conhecidos em inglês.

Como instalar

Baixe só o primeiro arquivo da lista abaixo (o .exe terminado em -setup.exe, com uns 100 MB). Os outros arquivos (.sig, latest.json, "Source code") são técnicos — servem para o app se autoatualizar sozinho e para verificar a assinatura da atualização, não precisam ser baixados por você.

Aviso "arquivo perigoso" não é vírus

O app ainda não tem certificado de assinatura de código pago, então o Windows/navegador pode alertar "arquivo perigoso" ou "não reconhecido" ao baixar/abrir — isso é esperado nesta fase beta, não significa vírus. Para continuar: no aviso do navegador, escolha "Manter"/"Manter mesmo assim"; se o Windows SmartScreen bloquear ao abrir, clique em "Mais informações" e depois em "Executar assim mesmo".

O aplicativo verifica a assinatura do pacote antes de oferecer a instalação.

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Histórico completo

Todas as versões já publicadas, com os arquivos de cada uma, ficam no repositório oficial de releases.

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